Iala amazônico: a pesquisação-ação-participante e a construção do diálogo universidade- movimentos sociais
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Resumen
Este artigo traz uma reflexão sobre o desafio epistemológico -que conhecimento produzir? que formação garantir aos estudantes?- que se coloca quando pretendem dialogar universidades e movimentos sociais camponeses e indígenas. Esta reflexão toma como base o caso de uma parceria entre a Via Campesina da Amazônia e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará / Brasil (UNIFESSPA) para a implementação do Instituto de Agroecologia Latino Americano-IALA Amazônico. Os IALAs são parte de uma estratégia da Via Campesina de garantir a formação política e científica e trocas de experiências ligadas à agroecologia nos diferentes biomas da América Latina. No caso do IALA Amazônico, essa implementação teve início com um curso de especialização em 'Educação do Campo, Agroecologia e Questão Agrária na Amazônia' ofertado no âmbito do Programa Residência Agrária / PRONERA. A construção do projeto pedagógico desse curso, assim como a do IALA como um todo, demandou dos parceiros uma leitura crítica do papel histórico desempenhado pela produção do conhecimento científico na inferiorização e subalternização de camponeses e indígenas. Desde essa perspectiva, procurou-se sistematizar como o curso desenvolveu metodologias, inspiradas na pesquisa-ação-participante, para que o projeto educativo fosse um processo de produção do conhecimento que reconhecesse e afirmasse os camponeses, seus saberes e suas lutas por emancipação.
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MICHELOTTI, Fernando.
Iala amazônico: a pesquisação-ação-participante e a construção do diálogo universidade- movimentos sociais.
Congreso Universidad, [S.l.], nov. 2017.
ISSN 2306-918X.
Disponible en: <http://revista.congresouniversidad.cu/index.php/rcu/article/view/938>. Fecha de acceso: 13 aug. 2021
Número
Sección
Artículos