A invisbilidade indígena no rio grande do sul: mito, diferença cultural e educação

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Ceres Karam Brum

Resumen

A questão da invisibilidade indígena no Rio Grande do Sul se assenta em um conjunto de elementos qe perpassam a história dos Guarani, kaingang e Charrua de diferentes formas. Dentre estes destacam-se narrativas produzidas por não índios e que apresentam visões recorrentes e idealizadas que tem como referentes elementos do folclore gaúcho. Exemplo disso, são o conjunto de representações produzidas sobre o índio missioneiro Sepé Tiaraju, desde o final do século XXVIII até o presente. Ao longo deste texto desejo propor uma antropologia das circularidades entre folclore, diversidade cultural e educação através da análise do impacto causado pela presença de estudantes indígenas nas Instituições de Ensino Superior, cujo ingresso vem sendo viabilizado pela política de quotas raciais, desde 2008 na UFSM (Resolução 011/2007) e pelas modificações impostas pela Lei Federal No. 12.711, 29/08/2012 e pelo Decreto No. 7.824, de 11 de outubro de 2012, num contexto tensionado pelas relações estabelecidas entre a invisibilidade indígena narrada de diferentes formas, a pluralidade de dinâmicas culturais dos grupos citados acima e as memórias individuais de alguns estudantes indígenas envolvidos.

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KARAM BRUM, Ceres. A invisbilidade indígena no rio grande do sul: mito, diferença cultural e educação. Congreso Universidad, [S.l.], nov. 2017. ISSN 2306-918X. Disponible en: <http://revista.congresouniversidad.cu/index.php/rcu/article/view/921>. Fecha de acceso: 13 aug. 2021
Sección
Artículos